o cochicho dos ventos
farfalha as folhas
que segredam
verdes amarelados
e castanhos violáceos
se não alaranjados, róseos
antes das quedas d'outono
mas, nas cores há gosto
odores lenhos
que darão vida e calor
ao restante do ano
por todos os anos.
há devir
hão-de vir.
todo o meu amor é teu.
toda a minha vida é tua.
.
.
.
.

Uma pintura outonal florescida em amor.
ResponderEliminarPaz e bem!
Beijos
Hão-de-vir outros... Verão!
ResponderEliminarTodos bem?!
Abraços
Luiz Ramos
lindos versos de sentir..
ResponderEliminarbeijo.
Uma pintura de versos. Ainda veremos, ainda veremos...
ResponderEliminartenho um amigo querido, ainda não publicado, e muito talentoso, que comete poesias com o mesmo sentimento, em a certa altura de um dos seus ele termina, com um bordão, que bem poderia ser juntado aqui: é o verão vindo a vapor, e verás, é o verão vindo a vapor, e verão.
ResponderEliminaracrescento: muito inspirado tudo isso. parabéns e beijos,
Belíssimos versos
ResponderEliminarO calor, a claridade, as caravterísticas de uma estação estão e estarão presentes nas demais através desses versos e de quem os escreveu e leu.
Bjs
Um amor assim: é!
ResponderEliminarObrigada, meu amor. Pelo poema, pela presença, pela entrega, pela paz, pela luz, por tudo quanto revelas a cada dia que nasce nas nossas vidas.
tua ísa...imensamente feliz
Lindo blog, lindo versejar, estou seguindo. Um abraço!
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