
domingo, 10 de Janeiro de 2010
Paloma Faith

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
... em 2009:
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- a Trix completou doces.........8 anos
- a Maria, o seu puro …....….....1 aninho
- a Ísa fez as suas lindas…....36 luas
- eu, os meus maduros…......50 rsrs...
- hoje, fazemos bodas…….…...2 anos casados
- já nasceram na Mariinha…...3 dentinhos até agora
- quadros de mérito da Trix...3 até agora
- desentendemo-nos aqui....15 vezes até agora... rsrs
- fizemos as pazes…………..…15 vezes até agora... rsrs
- demos entre nós………..….500 abraços
- trocámos......................700 beijos
- razões de amarmo-nos,.677, são as que temos até agora.
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Essa nossa conta dá 2010 e vamos saborear
e partilhar convosco o resultado com uma receita
já tradicional aqui em casa: a do pão-de-love.
A todos um Feliz Natalove e um
..maravilhoso Ano Love para o nosso 2010!
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mariinha, trix, ísa&renato
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
1 ano-luz!

Quarenta e nove anos eu te esperei*, meu doce. Não sabia por onde andavas esse tempo todo mas, encontrei-te bem dentro da tua mãe. A metadinha de ti que dormia em mim, juntou com a metadinha que dormia na tua mãezinha... e pronto. Vieste ter connosco passados quinze minutos das cinco da tarde. Era Novembro de dois mil e oito e o dia, doze. Mais cedo, nesse mesmo dia, sem saber da tua marotisse de querer aparecer um pouco antes do dia esperado, a mãezinha arranjara os cabelos... estava linda e radiante. Então saímos para comprar prendas. E não é que, pelas tantas, deste o ar da graça a querer participar do passeio! És assim até hoje, meu amor... quando quer, queres. Quando te vi ao vivo no mundo exterior, eras um tufinho de cabelos molhados que em poucos segundos voou de corpo e alma para a vida. Sim, voou. Passou pela primeira enfermeira, sem parar-lhe nas mãos amedrontadas pela tua presença... em voo livre... escorregadia, foste agarrada pela segunda guarda-redes, que estava de pé e mais atenta à tua velocidade. Jorrou vida para todo lado e a sala ficou todinha cheia de ti. Passado um ano... o teu primeiro ano confirma que essa é mesmo a tua maneira, minha Maria, e que naturalmente enches e completas de ti a todos quantos depares e a todos os lugares por onde tens estado. E que cantar e bater palminhas e dançar e acenar a quem quer que vejas é o teu pré-idioma a ser traduzido brevemente por palavras de alegria e amor. Segue assim, filha do amor, resuminho desse par de amor em tempo real. Partilha esse amor com a tua irmã Trix e combina com ela como vão fazer para contar essa história aos vossos filhos, aos netos e para que eles amem contar e perpetuar aquilo que já começou sem fim: o amor de uma mulher forte, doce e meiga por um homem que atravessou o mar porque descobriu e acreditou que nada mais faria sentido se não o fizesse.
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Filarmónica Gil
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segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
Tu, no meu coração e eu... no teu.
terça-feira, 25 de Agosto de 2009
A alma feita música
Elementos típicos da música pop, folk, música medieval, música de origem árabe, misturam-se constantemente com ritmos tribais, ou com música de câmara, de modo a criar ambientes únicos, plenos de espritualidade, plenos de alma. E é precisamente na busca da alma escondida em cada instrumento musical que se inspira o nome do grupo. Como diz Brendan Perry, "o significado por detrás do nome tem a ver com a procura da vida inerente aos instrumentos musicais, que por si só são objectos inanimados, mortos". (in attambur/outros sons)
luísa ribas
foto de Ari Stein
domingo, 9 de Agosto de 2009
Transilvânia? Não: transmundana!
Acções-sem-fim e... seguimos em frente. Vamos, nómades da necessidade.
O passado, que se foi duma vez, deixou a sensação de alívio e fez aprender (ou consagrar) que somos mais fortes do que os vampiros*. Mesmo aqueles que acreditam poder danar, por viver à beira de quem tem amor: nem mar, nem rio. Nem sal, nem doce... nascente ou foz.
Agora vemos luz, mais luz no horizonte. Vemos mais o Dourado.
*sim, vampiros: aqueles seres (não quirópteros) que sugam a vitalidade doutrem.
quarta-feira, 22 de Julho de 2009
Delicioso, mesmo com furos...
quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Jardim espiritual
sábado, 13 de Junho de 2009
ser ininterrupto
sábado, 6 de Junho de 2009
Meio século

a manusear com primor
uma paleta recheada de palavras
vestidas do mais puro luzir
até a cor dos teus cabelos tem uma lógica
inerente ao passar dos dias, com paciência
(dom do equilíbrio)
desejo de chegar ao bom porto do tempo
no privilégio de viver agora, a flor da tua vida
que faz da minha, jardim onírico real
rebento de teu programa existencial
só conheces uma palavra:
amor
realizada com devoção, sem temor
no âmago da segurança que te abraça
dono da tranquilidade viçosa
estás no auge da tua forma de ser, eloquente
és a planta, que sabe esperar pela Primavera
em semente de paz, que trazes na alma
não vives cada dia como se fosse o último
antes como se fosse o primeiro
com a mesma vitalidade interior
que trazias no dia em que vieste ao mundo
e assim manténs a chama de bem saber contar idade
a meu lado, por todas as veredas da eternidade
(parabéns, meu amor)
sexta-feira, 29 de Maio de 2009
gratidão e recomeço sem fim
sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Vida é sonho
quarta-feira, 20 de Maio de 2009
Carta de amor
quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Os dois vasos
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“Um dia, a professora chegou à sala e disse:
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— E foi assim — terminou o jovem. — A professora não precisou de dizer mais nada às crianças. Para elas, tudo tinha ficado claro: Deus não existia, se não, teria cuidado do seu vaso.
Franz König
tradução e adaptação
quinta-feira, 7 de Maio de 2009
Com tacto, tecto.
Acordar com o chamadinho da Maria é algo assim como continuar no sonho bom. Se bem que melhor: é real.
Ela com todos os seus cinco meses (!) sabe exactamente quais sons fazer para nos arrancar da cama. E ao chegarmos ao pé do bercinho ela - sempre, todas as manhãs - nos recebe com um sorriso maroto de quem conseguiu o seu intento. A esfregar os olhinhos... abanar as mãozinhas e a experimentar que os olhos fiquem abertos e mais abertos... entremeados de piscadas muito looooongas de preguiçinha.
Tirar-lhe das cobertas pequeninas e sentir-lhe o corpinho quente, macio e cheiroso, dos cuidados com o toque de mãe, só se iguala em emoção aos momentos que sucedem nas manhãs, protagonizados pela irmã, Trix, veterana com oito anos de praia. Beatriz, a princesa do hip-hop!
Matreira, também tem lá as suas maneiras de nos tirar da cama ou de nos meter na dela, Sotora em pequenas histórias de dor nos pés, sonhos com personagens do Harry Potter ou qualquer outra boa razão. Ah! chamar a mãe para ir-se deitar um bocadinho com ela, também vale.
A verdade é que ir ter com a Trix para acordar-lhe é ver, invariavelmente, uma pintura renascentista de bochechinhas cor-de-rosa, cabelos longos, lisos e brilhantes a fazerem remoinhos desde os sonhos da noite, para além de toda cheirosa e macia do banho antes do pijaminha. Mas, o máximo, é a marotisse de fingir que ainda dorme. É de partir o coco!
Umas atrás das outras... essas manhãs nunca são iguais. Umas atrás das outras, são as nossas manhãs inesquecíveis.
domingo, 3 de Maio de 2009
Dia da mãe
quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Desenhar em vez de desdenhar
A despeito de lhes encontrar a origem, eles ilustram os meus, os nossos dias. Ilustres, eles se encarregam de dar o tom das nossas vidas. Segundo o que lhes convém. Um, mestre do escambo. Outro, não mostra o mosto, impede o escambo e finge ser antípoda do primeiro. Complicado?
Tais cromos, devem ter sido crianças. Mas, o que verdadeiramente fazem por e para elas? Também devem ter tido mãe, pai. Família de alguma espécie. Mas, o que fazem verdadeiramente por ela.
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Será que a fome... a fome de verdade, a que mata... será que a fome os demove de reger os nossos dias? E a sujeira? Aquela advinda da ausência de pensar além da preservação dos seus territórios institucionais.
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Em pequeno, eu via bichos nas nuvens e até hoje luto contra o meu próprio endurecimento para os continuar a ver, tanto quanto as imagens que as descubro nas pedras, pisos e bancas.
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Deus queira que banqueiros, políticos, empresários e outros donos de nós, permitam que as minhas filhas vejam as nuvens e as pedras. Com ou sem bichos.
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terça-feira, 21 de Abril de 2009
Donna Maria
Em espírito, os Donna Maria nasceram há vários anos, nos bares de Lisboa em que Marisa Pinto (voz), Miguel Ângelo Majer (bateria, sampler, voz e programações) e Ricardo Santos (teclados) tocavam versões de temas conhecidos.




